terça-feira, 29 de novembro de 2011

CPT Sertão realisará o III Seminário sobre Educação Contextualizada para a Convivência com o Semiárido em Cajazeiras - PB

A CPT Sertão –PB estará realizando nos próximos dias 05 e 06 de dezembro, em Cajazeiras –PB, o III Seminário sobre Educação Contextualizada para a Convivência com o Semiárido.

O evento é um dos momentos do projeto permanente Construindo Educação para a Convivência com o Semiárido da Rede Educação do Alto Sertão –Núcleo da RESAB - vinculado à Comissão Pastoral da Terra do Sertão da Paraíba. 

Na oportunidade estarão reunidos professores/as,supervisores/as, gestores/as escolares, secretárias de educação e uma representação de alunos dos quatro municípios que estão desenvolvendo experiências em Educação contextualizada no Alto Sertão: Aparecida, Bonito de Santa Fé, Cajazeiras e Poço Dantas .

Veja a programação a seguir:


Adelaide Pereira da Silva
CPT Sertão/PB
Telefones:(83) 9903-2859/8852-6193/3255-6196

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

II Seminário Temático, Agroecologia e Resistência e Educação do Campo está acontecendo nos dias 28 e 29/11


Da direita pra esquerda: Professora Albertina Araújo, Professore Severino Bezerra, professora Lucicléia Lins, secretário Alexandre Eduardo e a professora Fabiana

O II Seminário Temático, Agroecologia e Resistência e Educação do Campo, que tem como tema:"Pesquisa Participante e Educação Popular", está acontecendo no auditório do CCHSA da UFPB/CAVN/ Campus - III de Bananeiras.O eventro começou na manhã de ontem(28) e vai até as 18 horas de desta teça feira (29), encerrando com o último debate e os encaminhamentos.
Este evento tem como público principal, estudantes, pesquisadores, professores, agricultores (as), Extensionistas e Gestores Públicos.
Em seu primeiro dia(28/11), o destaque ficou por conta da palestra: Pesquisa Participante em Educação do Popular e do lançamento de livros. A iniciar pelo professor Severino Bezerra da Silva(PPGE-UFPB) que na ocasião palestrou sobre o tema e lançou o livro: "EDUCAÇÃO DO CAMPO E A FORMAÇÃO SOCIOPOLÍTICA DO EDUCADOR" (Ed. Universitária) de autoria própria e do professor Ismael Xávier de Araújo. Quem também deu sua contribuição no debate, foi a professora Lucicléia Lins (CCHSA/UFPB) e Licenciando em Ciências Agrária, professor Wagner Lima. Finalizando, após debate acalorado com a platéia, composta de estudantes, professores e convidados, além da presença ilustre do secretário executivo da agricultura familiar  da Paraíba, o professor Dr. Alexandre Eduardo, mentor principal das idéias de Educação do Campo e Agroecologia no CAVN/ CCHSA/ UFPB, chegou a vez dos lançamentos de livros voltadas para a temática do seminário. 
O professor Severino, lançou o livro já sitado; O secretário da Agricultura Familiar da Paraíba e professor da UFPB, Alexandre Eduardo e a Dra. Fabiana Santos, foram convidados a mesa para lançar o livro "INTERVIVÊNCIA UNIVERSITÁRIA Uma experiência de educação contextualizada"(Ed. Universitária) que é uma produção dos professores supracitados junto aos sócios fundadores do Movimento de Educação do Campo e Agroecologia - MECA da UFPB/CCHSA e dos parceiros do projeto em sintonia com os filhos de agricultores familiares de toda a Paraíba que participaram do Projeto de Formação de Agentes de Desenvolvimento Rural Sustentável. 
Por último, a professora Dra. Albertina Araújo, lançou o livro "EDUCAÇÃO DO CAMPO Escola, Currículo e Contexto"(Ed. ADAC)de autoria do professor Dr. Edmerson dos Santos Reis do DCH da Universidade do Estado da Bahia - UNEB e Assessor Pedagógico da ADAC.
O II STAREC é uma realização do Núcleo de Pesquisa e Extensão em  Agroecologia do Território da Borborema, do Movimento de Educação do Campo e Agroecologia e da Assessoria de Extensão do CCHSA/UFPB.
Este evento conta com o apoio do Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrária, Colégio Agrícola "Vidal de Negreiros de Negreiros", Grupo de Pesquisa: Agroecologia, Resistência e Educação do Campo, Rede de Educação do Campo do Território da Borborema, Rede de Construção do Conhecimento Agroecológico, Polo Sindical da Borborema e da ASPTA.
Este seminário, termina hoje as 16 horas com o debate final e definição dos encaminhamentos mediado pelo Prof. Msc. Alex Barbosa (CAVN/CCHSA/UFPB) e a professora Lella Brandão.

Da redação
Bananeiraspb

terça-feira, 8 de novembro de 2011

I Seminario Sobre Estudos Quilombolas



II Seminário Temático - Agroecologia Resistência e Educação do Campo “Pesquisa Participante e Educação Popular”




Realização: Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão em Agroecologia do Território da Borborema/Movimento de Educação do Campo e Agroecologia.

Apoio: CCHSA - CAVN - Grupo de Pesquisa: Agroecologia Resistência e Educação do Campo - Rede de Educação do campo do Território da Borborema - Rede de Construção do Conhecimento Agroecológico - Polo Sindical da Borborema - ASPTA.


Data: 28 e 29 de Novembro de 2011                                     Local: Auditório do CCHSA - UFPB

Inscrições: a partir do dia 08 de Novembro de 2011    Valor: R$10,00    Local: Sala do MECA (por trás do grêmio)  Horário: das 08:00 às 11:00 , 13:30 às 17:00 e 19:00 às 21:00 horas.   

Produção de etanol de milho ganhará força na Argentina

A crise energética na Argentina e as restrições às exportações de grãos no país estão, paradoxalmente, abrindo o caminho para a expansão da produção de milho no país. A próxima safra deverá ser marcada pela maior produção e plantio desde 1971

A crise energética na Argentina e as restrições às exportações de grãos no país estão, paradoxalmente, abrindo o caminho para a expansão da produção de milho no país. A próxima safra deverá ser marcada pela maior produção e plantio desde 1971.
O crescimento poderá ser sustentado por parte dos 800 mil automóveis que o país está produzindo por ano. A expectativa é que até 2013 o país deverá estar produzindo 400 mil toneladas métricas de etanol de milho.
No ano passado, a Argentina produziu 120 mil toneladas de etanol de cana, montante que deve se elevar a 190 mil este ano. Mas os altos preços do açúcar e as limitações climáticas para a expansão da produção fizeram com que o setor sucroalcooleiro permitisse a mistura de apenas 2% do combustível na gasolina.
A meta do governo era elevar este percentual para 5% já no próximo ano e chegar aos níveis brasileiros - 20% - em dez anos. Apenas três Províncias (Tucumán, Salta e Jujuy) produzem a cana. Já o milho é cultivado no país inteiro.
A área cultivada deve crescer cerca de 7%, segundo previsão do governo argentino, atingindo 4,9 milhões de hectares, mas o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estima um produção 20% maior, da ordem de 27 milhões de toneladas. Mas não é o mercado externo que está animando os produtores.
"Aqui está o milho mais barato do mundo", afirmou Martín Fraguío, diretor executivo da Associação do Milho e do Sorgo Argentino (Maizar). Os exportadores conseguem colocar de 15 a 16 milhões de toneladas no exterior e o consumo interno responde por 8 milhões de toneladas.
Segundo Fraguío, o governo retém hoje a expansão das exportações, estabelecendo cotas, e impõe uma retenção de 20% sobre as vendas externas. "A tonelada é negociada a US$ 163 em Rosario, e pode cair a US$ 100 em Salta", disse. A cotação de ontem do USDA para a tonelada era de US$ 283. É nesta conjuntura que o suprimento para fins de energia entra na equação.
Nos últimos oito anos, o consumo de diesel e gasolina cresceu 43% no país e a balança comercial caiu do setor energético deixou de ser superavitária em US$ 5,6 bilhões em 2006 para uma previsão de déficit este ano de US$ 3 bilhões. O agravamento do problema coincidiu com o início do programa argentino do etanol.
Depois do investimento exclusivo no etanol de cana e no biodiesel de soja, o governo passou a oferecer cotas para o combustível de milho e créditos subsidiados do programa bicentenário, que são linhas financiadas com recursos vindos da estatização dos fundos de pensão, em 2008. "Dos cerca de US$ 600 milhões que estão sendo aplicados em cinco projetos, pelo menos US$ 100 milhões são de origem pública", comentou Fraguío.
Os dois maiores investimentos projetados são da ordem de US$ 200 milhões cada. O de maior capacidade de moenda deverá ser o da Promaiz, uma associação entre a empresa local AGD e a multinacional Bunge. O segundo é o da Associação das Cooperativas Argentinas, que reúne 50 mil pequenos produtores. A eles se somarão as usinas da Biocuatro, um grupo que reúne 20 produtores na Província de Córdoba e da Agroectano, de produtores de Salta. Também produzirá a Vicentin, que hoje já moi soja para a produção de biodiesel com a multinacional Glencore.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

I Semana do Agricultor inicia nesta terça no CDSA

O evento acontecerá até a sexta-feira, 28 de outubro
O Centro de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido da UFCG, o Núcleo de Produção Agropecuária - NUPAGRO, a Prefeitura Municipal de Sumé e a Escola Agrotécnica de Sumé realizarão de amanhã (25) até a sexta (28), a I Semana do Agricultor. A abertura do evento será às 14 horas no auditório do CDSA.

O evento tem como público alvo agricultores do município de Sumé e estudantes do CDSA filhos de produtores rurais.

A programação da Semana do Agricultor constará de palestras e da realização dos cursos de Sanidade e Manejo Reprodutivo em Caprinos, Manutenção de Tratores Agrícolas, Agricultura Orgânica e, Produção de iogurtes, bebidas lácteas e doce de leite.


Veja a programação completa do evento:

Dia 25/10/2011

14h – Abertura

15h – Palestra: Desenvolvimento da Agricultura Familiar no Estado da Paraíba 
Alexandre Eduardo de Araújo - Secretário Executivo da Agricultura Familiar

16h – Palestra: Importância do Parque Tecnológico e PEASA para o Semiárido
Vicente de Paulo Albuquerque Araújo – Coordenador Geral PEASA

16h30min – Palestra: Linhas de Financiamentos e Crédito para os Produtores Rurais
Representante do Banco do Nordeste

Dias 26, 27 e 28/10/2011 – Cursos

1) Sanidade e Manejo Reprodutivo em Caprinos
2) Manutenção de Tratores Agrícolas
3) Agricultura Orgânica
4) Produção de iogurtes, Bebidas Lácteas e Doce de Leite

Horário: 8 às 12 horas e 14 às 18 horas
Ministrados pelo SENAR – PB

Com Assessoria

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Dois produtos mesmo solo



Qualquer consórcio entre dois produtos, cultivados no solo correto, traz maior rentabilidade do que um cultivo isolado, conforme informações do grupo de pesquisa da Universidade Federal da Grande Dourados – UFGD, divulgados ontem, 26 de outubro, durante o workshop Mais Floresta, no município de Bandeirantes, em Mato Grosso do Sul. “A junção do eucalipto com a soja, milho, mandioca ou a pastagem já é provada cientificamente mais vantajosa e mais rentável ao produtor”, confirma o doutor Omar Daniel, do Grupo de Estudos em Sistemas Agroflorestais da UFGD, durante a apresentação do Programa Mais Floresta, na cidade de Bandeirantes.
Um hectare destinado à pecuária tradicional com uma reforma de ciclo de 12 anos, ocasiona uma renda de R$ 87, enquanto que a mesma área, em um ciclo de oito anos, unindo a pastagem ao eucalipto, somam por ano a cifra de R$ 457.
Além do lucro, o consórcio traz vantagens ambientais como o equilíbrio do clima, devido a absorção de grande quantidade de CO2, e um hectare de floresta plantada de eucalipto produz a mesma quantidade de madeira que 30 hectares de florestas tropicais nativas. No Brasil, dos 300 milhões de metros cúbicos de madeira consumidos por ano, somente 100 milhões provêm de plantios florestais.
“A utilização de florestas plantadas para fins industriais é muito importante para a conservação do meio ambiente, pois as árvores produzem a matéria-prima que supre a necessidade da população por papel, madeira, lenha, carvão para uso energético e outros produtos de largo consumo, sem esgotar os recursos naturais”, afirmou o superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso do Sul - SENAR/MS, Clodoaldo Martins.
O eucalipto é matéria prima de diferentes objetos e destinado à várias atividades, bem como a serraria, mobília, placas e painéis, produção de energia, madeira serrada e outras. A silvicultura tem sido incentivada pelo programa Mais Floresta em 21 cidades do Mato Grosso do Sul.
O Mais Floresta é um projeto do Senar/MS e tem a finalidade de apresentar aos produtores, as vantagens econômicas do cultivo de eucalipto e seringueira, possibilitando ao trabalhador rural uma diversificação de sua renda, além de estimular o corpo técnico a elaborar projetos de investimentos na área florestal.
O Programa Mais Floresta estará em Campo Grande no dia 18 de novembro, e ainda passará por mais 14 municípios do Estado, com o apoio do Painel Florestal, Cautex Florestal, Banco do Brasil, Banco Regional de Desenvolvimentodo Extremo Sul-BRDE, Reflore MS, Sebrae/MS, Sociedade Brasileira de Agrossilvicultura-SBAG e Universidade Federal da Grande Dourados-UFGD.