sexta-feira, 15 de março de 2013

João Pessoa sedia comemorações do dia estadual de combate ao uso de agrotóxicos


ESTADO DA PARAÍBA
ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DA PARAÍBA
GABINETE DO DEPUTADO ESTADUAL FREI ANASTÁCIO – PT
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12.03.2013

João Pessoa sedia comemorações do dia estadual
de combate ao uso de agrotóxicos
O deputado estadual Frei Anastácio destacou, hoje (12), na Assembléia Legislativa, as primeiras comemorações do 19 de março, Dia Estadual de Combate aos Agrotóxicos, instituído através da Lei estadual 9.781, de autoria do mandato dele. “Convido todos os parlamentares e a população, em geral, para participar da feira agroecológica que irá marcar esse dia, no Ponto de Cem Réis, em João Pessoa”, disse o deputado.
O deputado destacou que mais de trezentos assentados da reforma agrária, além de agricultores familiares de todas as regiões da Paraíba, irão participar das comemorações do Dia Estadual de Combate ao uso de Agrotóxicos. A programação será das 7h às 14h, na data que também é o dia de São José,dia que traz esperanças de inverno para os agricultores.
“A promoção do evento é do Incra-PB, que conta com o apoio de muitos parceiros, entre eles o nosso mandato. Durante o evento será realizada a feira agroecológica, com 40 estandes, todos com produtos cultivados sem nenhum agrotóxico. Não podemos mais ficar parados diante da constatação que para cada brasileiro existem 5,2 quilos de veneno depositados na produção de alimentos”, alertou.
Frei Anastácio disse que nos estandes, os visitantes irão poder comprar frutas, legumes, hortaliças e outros produtos ecologicamente corretos. Além disso, o evento trará palestras e estandes com artesanato, cultura popular e mostra de experiências desenvolvidas na agricultura com defensivos naturais.
Para realizar a programação, o Incra conta com a parceria do MDA, MST, CPT, Pólo Sindical da Borborema, ASA, UFPB, Pastoral da Juventude Rural, e Fórum Estadual da Economia Solidária.Existe ainda apoios  de órgãos públicos estaduais, municipais e federais, a exemplo da Emater, Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest/PB), Conab, Secretarias de Saúde e  Educação  do Município de João Pessoa, Secretaria da Agricultura do Estado, entre outros.
Café ecológico
Durante a abertura do evento, os expositores irão oferecer um café da manhã, de graça, ao público, com frutas e outros produtos agrícolas cultivados sem nenhum veneno. “Esse café é uma forma de mostrar ao público que é possível cultivar sem agrotóxico e que a Paraíba já tem uma boa experiência nessa área com cerca de 30 feiras agroecológicas espalhadas pelo estado.Vai ser um grande evento, para mostrar que agrotóxico mata e que é possível ter alimentos saudáveis na mesa”,explicou..
Marcha das mulheres
Frei Anastácio deixou registrado também a realização da Quarta Marcha pela Vida das Mulheres e pela Agroecologia, realizada no município de Solânea,ontem, no Brejo Paraibano, com participação de mais de três mil mulheres camponesas.
Elas são dos 15 municípios do Pólo da Borborema e de várias regiões que compõem a Articulação do Semiárido Paraibano (ASA Paraíba), o Movimento das Mulheres Trabalhadoras Rurais (MMTR) e o Coletivo Estadual de Mulheres do Campo e da Cidade. Juntas, elas caminharam pelo centro da cidade para denunciar as desigualdades e a violência contra mulher e reafirmar a luta por direitos e por relações mais justas na agricultura familiar.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Comissão Europeia pede que alguns pesticidas vinculados à morte de abelhas sejam vetados

A Comissão Europeia (CE) propôs, no final de janeiro, a suspensão do uso, durante dois anos e para os cultivos que mais atraem as abelhas, de alguns pesticidas que estão contribuindo para a morte das populações de abelhas.


A reportagem está publicada no jornal espanhol La Vanguardia, 31-01-2013. A tradução é do Cepat.

A medida, que afetará em particular o milho, a canola, o girassol e o algodão, foi anunciada em uma reunião de especialistas dos 27 países, no primeiro debate europeu sobre o tema, explicou em coletiva de imprensa o porta-voz comunitário da Saúde e Consumo, Frédéric Vincent.

A CE quer elaborar normas para regular a proibição e confia em que as medidas comecem a ser aplicadas no máximo em 1º de julho deste ano. A decisão não afetaria a próxima temporada de plantio do milho, precisou o porta-voz.

A origem da decisão é um recente relatório da Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA) que relaciona o uso dos inseticidas com “neonicotinoides”, substâncias derivadas da nicotina, com a alta mortalidade de abelhas.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Pobreza, produto do agronegócio

Segundo pesquisa, regiões da Alta Mogiana e Pontal do Paranapanema registraram aumento da industrialização do campo e crescimento da pobreza

Aline Scarso,
da Redação

Uma pesquisa de mestrado da Universidade Estadual Paulista (Unesp) mostrou que existe uma relação entre a expansão de atividades do agronegócio e o crescimento da pobreza em áreas específicas do estado de São Paulo. Segundo o estudo, regiões reconhecidas pela força agroindustrial estão passando por um processo de concentração de renda, de terras e de pobreza. O levantamento sinaliza ainda que o agronegócio aproveita a vulnerabilidade das regiões para se instalar e criar raízes. Intitulado São Paulo Agrário: representações da disputa territorial entre camponeses e ruralistas de 1988 a 2009, o estudo é do pesquisador do Núcleo de Estudos, Pesquisas e Projetos de Reforma Agrária (Nera), Tiago Cubas. Ele trabalha com dados como o Índice de Pobreza Relativa, Índice de Gini e de Concentração de Riqueza para revelar uma situação de contradição.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Mobilização do MECA sobre a violência contra as mulheres


Olá pessoal!

Então...segunda pela manhã, tinhamos marcado a produção de cartazes sobre a violência contra mulher. Mas eu e Júlia não estaremos em Bananeiras. Dai pensamos em adiar para segunda a tarde. A partir das 14 horas estaremos lá no MECA...quem puder ir da uma força será bem vind@!

Não sei se aqui tem o email de todo mundo...mas em todo caso deixamos um aviso na porta do MECA também. Se alguém puder avisar aos demais seria interessante...quanto mais gente melhor;)

Xeero
 
Lanna Cecília

“Se você é capaz de tremer de indignação a cada vez que se comete uma injustiça no mundo, então somos companheiros” (Che Guevara)

Pesquisador venezuelano, condena uso de alimentos trasngenicos. e denuncia interesses das grandes coporações transnacionais. Telesur e correo del orinoco, 20 de nov 12


 

  Indicó el experto en ecología Saúl Flores
Alimentos transgénicos responden a intereses capitalistas
El investigador del IVIC señaló que hasta la fecha se ha demostrado que los transgénicos no son más productivos ni más rendidores que los cultivos tradicionales, lo cual es evidente porque la problemática del hambre no se ha solucionado

La idea de los alimentos transgénicos responde a intereses del negocio capitalista y no a solucionar el problema del hambre en el planeta, como originalmente fue vendida al mundo. Así lo expresó este martes el especialista en ecología, Saúl Flores.

“La biotecnología en manos de las grandes corporaciones de alimentos se ha convertido en un negocio que atiende a las necesidades del capitalismo”, dijo el investigador del Instituto Venezolano de Investigaciones Científicas (IVIC) durante una entrevista concedida al espacio Contraste difundido por Venezolana de Televisión.

Al respecto, señaló que hasta la fecha se ha demostrado que los transgénicos no son más productivos ni más rendidores que los cultivos tradicionales, lo cual es evidente porque la problemática del hambre no se ha solucionado.

Agregó que en países africanos donde la hambruna azota sus poblaciones no pueden consumir estos alimentos que son generados por corporaciones transnacionales. “¿Usted cree que Monsanto o Du Pont van allá a regalarles la semilla?, mentira, ese es un gran negocio”, reflexionó el experto.

Por otra parte, Flores recalcó que en países vecinos como Argentina, Brasil y Uruguay, donde se producen transgénicos, los campesinos son desplazados de sus        tierras por las grandes transnacionales de alimentos. “Venezuela como país que estamos en revolución tenemos de alguna manera que defender nuestro proceso, en el sentido de que los campesinos tienen derecho a sus tierras y a tener semillas naturales”, recomendó.

El investigador recordó que pese a que en el año 2004 el Gobierno Bolivariano liderado por el presidente Hugo Chávez prohibió la producción de transgénicos, el país importa alimentos provenientes de naciones vecinas donde sí se producen estos insumos.

TRANSNACIONALES RECOLECTAN SEMILLAS, ¿CON QUÉ FINES?

Por su parte, el experto en medicina naturista, José Miguel Rondón, alertó que los nueve grandes países del mundo (Grupo de los 9) están recolectando las semillas que se producen en el planeta en un proyecto de investigación que se desarrolla en Groenlandia.

“Están recolectando las semillas del mundo las tienen en estudio y las tiene ahí hibernando. ¿Cuál es el objetivo de eso?, después que nosotros no podamos sembrar una mata de limón, de lechoza, de papa, porque todo está transgenizado, entonces necesitaremos comprarle a ellos las semillas y ellos dirigirán (el negocio de) las semillas en el mundo”, advirtió.

LATINOAMÉRICA NO NECESITA CONSUMIR TRANSGÉNICOS

Por otra parte, Rondón, expresó que América Latina no necesita consumir alimentos transgénicos porque la región goza de una biodiversidad florística y de alimentos muy rica.

“Podemos comer de todo, porque aquí se produce de todo de manera casi natural y no necesitamos estar transformando genéticamente nuestros alimentos”, concluyó.
Correo del Orinoco / 20 de noviembre de 2012