terça-feira, 12 de julho de 2011

Agricultura familiar reduz desigualdade, diz Dilma ao lançar plano

Para Dilma Rousseff, agrigultura familiar tem sido responsável por um 'feito extraordinário' nos últimos anos, ao contribuir para reduzir desigualdades e criar um Brasil mais democrático. Presidenta lança plano safra 2011/2012 do segmento que repete quantia do ano passado, maz diz que governo reforçará os R$ 16 bilhões, caso agricultores consigam usar todo o dinheiro disponível, o que nunca aconteceu. Além de crédito, o plano tem medidas de garantia de renda e de demanda que o governo entende que também vão ajudar a agricultura familiar.
BRASÍLIA – A presidenta Dilma Rousseff lançou nesta terça-feira (12/07) o Plano Safra 2011/2012 da agricultura familiar, com R$ 16 bilhões em crédito, dizendo que o segmento tem sido responsável por um “feito extraordinário” no país. “Esse feito foi a redução da desigualdade. A agricultura familiar cria um Brasil mais democrático”, declarou a presidenta, em discurso na cidade de Francisco Beltrão, no Paraná.

No evento, Dilma afirmou que o valor reservado aos pequenos produtores pode subir, caso eles consigam usar toda a quantia. Esta é a primeira vez que o plano da agricultura familiar repete o valor do ano anterior. No plano dos grandes produtores, o financiamento ficou R$ 7 bilhões mais gordo (R$ 107 bilhões). “Se houver necessidade de recursos, eles estarão disponíveis. Queremos que mais agricultores familiares tenham acesso”, disse a presidenta. Desde a década passada, o segmento nunca utilizou todo a verba separada.

O dinheiro está liberado para empréstimo a agricultores familiares desde 1° de julho, quando o ministério do Desenvolvimento Agrário publicou portaria com as regras para os bancos operarem o Programa Nacional da Agricultura Familiar (Pronaf). O plano seria lançado naquela dia por Dilma, mas houve adiamento por causa do mau tempo em Francisco Beltrão.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

TV Correio exibe no próximo domingo, Reportagem sobre Algodão Agroecológico


No próximo domingo (10 de junho) será exibida na TV Correio uma reportagem sobre Produção de Algodão Agroecológico. A matéria foi realizada na Unidade de Produção do Sr. Tarcísio - Sítio Camucá - Zona Rural - São Sebastião de Lagoa de Roça-PB. Estiveram presentes nesse momento: Sr. Tarcísio ( Agricultor Experimentador); Tiago (Filho e estudantre de agroecologia); Josué (Extensionista Local da EMATER) e Sales Júnior (Emater Campina Grande).

DATA: 10 de junho de 2011 (próximo domingo)
EMISSORA: TV CORREIO
HORÁRIO: Entre 9:00 e 9:30 horas


Caso deseje conhecer sobre essa experiência de produção, certificação e comercialização de algodão agroecológico e a articulação em rede que existe... veja no próximo domingo.

Com Assessoria
bananeiraspb.blogspot.com

terça-feira, 24 de maio de 2011

Catástrofes: a mídia poderia ajudar mais

Ilza Girardi
Enchentes e catástrofes ambientais já fazem parte do nosso cotidiano. Também a dor e a morte das pessoas passam a ser o drama de todos que, diante da TV, ficam comovidos com esses acontecimentos.
Nesta entrevista, Ilza Girardi, mostra sua preocupação com a forma de divulgação dos temas ambientais.

Ilza Girardi,
professora de jornalismo na UFRGS e fundadora do Núcleo de Ecojornalistas do RS.
Endereço eletrônico: ilza.girardi@ufrgs.br
Site: www.ecoagencia.com.br


Mundo Jovem: Como surgiu o ecojornalismo?
Ilza Girardi: No Brasil, essa discussão do ecojornalismo já existia a partir de alguns jornalistas, ainda no tempo da ditadura. Eram jornalistas que faziam matérias denunciando o uso de agrotóxicos, de produtos altamente tóxicos usados nas indústrias. O jornalista Randau Marques inclusive chegou a ser preso, porque naquela época quem questionava determinados procedimentos era tachado de comunista, subversivo. Isso tornava muito difícil fazer uma contestação sobre a matriz industrial e agrícola implantada no país. Começou a surgir uma série de questionamentos na sociedade, e alguns jornalistas deram ouvidos e voz para o que ocorria vindo dos movimentos ecológicos.

Quando foi criado o núcleo de ecojornalistas, no Rio Grande do Sul, a ideia era qualificar a informação ambiental e preparar jornalistas para fazerem a cobertura da Eco 1992.

Em 1998, num encontro com os jornalistas da América Latina e do Caribe, foi criada a rede internacional de jornalismo ambiental. Na Europa, essa rede surgiu com os jornalistas que faziam cobertura nas guerras. Eles observavam o ambiente de desolação que as guerras deixavam e começaram a discussão sobre a questão ambiental.

Mundo Jovem: Como o ecojornalismo contribui na divulgação da verdade?
Ilza Girardi: O ecojornalismo tem o compromisso de qualificar a informação ambiental para levar ao público as informações corretas, contextualizadas. Fazemos isso através dos cursos e seminários que oferecemos e também estimulando para que as faculdades criem disciplinas de jornalismo ambiental. O compromisso educativo do jornalismo é justamente colocar à disposição do público as informações corretas, e para isso o profissional precisa realmente conhecer a matéria. Ele precisa ter uma especialização que não o limite, pois o assunto é complexo e é preciso buscar na ciência o entendimento para não dizer bobagem. Hoje as nossas lutas são muito maiores: envolvem a questão dos transgênicos, da poluição nuclear, de todas as poluições geradas por substâncias que fazem parte da composição dos plásticos.

É um compromisso de educar o público, não apenas como os professores fazem, mas fornecer uma informação que dê conta da complexidade do tema, de maneira que as pessoas entendam que não é uma questãozinha isolada, mas que todas as coisas estão relacionadas entre si como se fosse uma teia. Na questão da agricultura, por exemplo, revolve-se o solo o tempo todo, depois os adubos químicos e agrotóxicos vão para os cursos d’água através das chuvas, gerando uma série de problemas para a água que é consumida. A água, então, recebe um tratamento à base de produtos químicos que prejudicam a saúde, que podem provocar desde pequenos problemas até câncer no fígado. Então, no momento em que circula a informação bem completa, as pessoas vão refletir e podem desencadear uma reação de combate a esses problemas.

Mundo Jovem: Não é uma contradição a mídia pregar a defesa do meio ambiente e, através da propaganda, estimular o consumismo?
Ilza Girardi: Sim. Por exemplo, em Porto Alegre o jornal Zero Hora, do grupo RBS, criou há alguns anos um caderno ambiental e agora tem o Nosso Mundo Sustentável. E quem patrocina isso é a fabricante de cigarros Souza Cruz. A RBS encampou a causa do plantio de eucaliptos. Paralelamente, o Correio Braziliense, entre outros, fazia reportagens perfeitas sobre o que estava acontecendo no Rio Grande do Sul.

Na visão de mundo que não é a dos jornalistas ambientais, e que acham que a gente pode detonar o pampa, o pampa foi considerado como composto por áreas muito pobres, insignificantes, e que a paisagem seria alterada com o plantio de florestas de eucaliptos, utilizando um conceito errado, pois hoje se sabe que o plantio de um único tipo de árvore não gera florestas.

Criam-se mídias ambientais alternativas, pequenas revistas que circulam informações corretas, mas elas não resistem, nem têm publicidade. O programa Globo Ecologia, por exemplo, é um programa bom. Tem o programa Cidades e Soluções que traz coisas interessantes, mas nem tudo a gente aceita. Por exemplo, não acho que seja solução fazer um monte de coisas com a garrafa pet ou com a as latinhas de refrigerante e cerveja: a solução seria não mais fabricá-las. Por que não continuar usando o vidro, que não causa problemas ambientais?

Mundo Jovem: Como você analisa a forma como os meios de comunicação tratam as catástrofes ambientais?
Ilza Girardi: Já em 2005, as mudanças climáticas eram anunciadas numa linha de fim do mundo. Eram capas de jornais e revistas bem chocantes. A mídia começou a dar mesmo atenção a isso a partir dos alertas do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas). Mas a discussão que há no meio jornalístico ambiental é que o catastrofismo pode gerar uma reação oposta nas pessoas, uma reação de imobilidade, de conformidade.

Veja o que aconteceu no Rio de Janeiro. O que não dá para fazer é perguntar a uma pessoa que perdeu toda a família como é que ela está se sentindo. O que tem que fazer é relacionar esses acontecimentos com o desmatamento, com a tentativa de mudar o código florestal...

Mundo Jovem: O que precisa ser feito no tratamento jornalístico dessas catástrofes?
Ilza Girardi: Por exemplo, diante de uma enchente, será que a causa é só o problema da quantidade de chuvas ou é o assoreamento dos rios? E não é a forma como se processa a agricultura que provoca esse assoreamento? Enquanto isso, temos a agricultura ecológica, que pode produzir em grandes extensões, com um agricultor ao lado do outro, e não apenas um agricultor com grandes extensões de terra, porque não podemos esquecer a justiça social. A agroecologia, além de gerar todo um equilíbrio ambiental, insere as pessoas, utiliza máquinas menos agressivas e produz alimentos orgânicos, muito mais ricos em nutrientes do que os gerados pela agricultura industrial. Mas o que os governos brasileiros têm feito com relação a isso?

Além disso, ajudar a divulgar alternativas, como formas de intervenção para melhorar a estabilidade dos terrenos, drenar melhor a água, conter encostas, ou seja, melhorar a segurança e a gestão do lugar para que, mesmo numa situação de risco, se possam evitar mortes.

Mundo Jovem: Que contribuição a mídia pode dar na ocorrência de um desastre natural?
Ilza Girardi: Primeiro, falar a verdade. E pode também organizar um sistema de alerta. Detectar, através do serviço de satélites, a proximidade de acontecimentos e alertar a população através de alto-falantes, rádios comunitárias etc., para que possa haver um deslocamento prévio.

Fazer com que as pessoas se deem conta de que o tipo de economia que temos favorece a que este tipo de acontecimento esteja se intensificando. Por exemplo, fala-se da hidrelétrica no Rio Uruguai, que pode alterar as águas, a vida, a piracema dos peixes, e toda uma economia gerada a partir da pesca; árvores inundadas que vão apodrecer gerando metano, que é bem pior do que o carbono. O certo seria remover antes todas as plantas para outro local. E, infelizmente, há governantes, agricultores e urbanos que não estão nem aí para estas questões.

Num documentário de 1980, o ecologista José Lutzemberger, em meio a uma grande queimada em Rondônia, já previa a mudança no clima do Sul do país num prazo de 20 anos. E simplesmente ele era chamado de louco. Hoje se sabe que ele estava certo.

Mundo Jovem: E as escolas, como podem ajudar?
Ilza Girardi: As escolas têm que assumir essas causas. Começar com a leitura crítica da mídia. Criar um jornal dentro da escola. Tratar a educomunicação junto com a questão ambiental para que o jovem tenha um outro olhar e possa incorporar o meio ambiente na sua própria vida e entender que não está fora disso. Pois, apesar de tudo o que está acontecendo, as pessoas acham que conseguem controlar os eventos ambientais, enquanto que nós apenas poderíamos preveni-los se mudássemos nossas ações. Então, as escolas, os professores, também com o estímulo das rádios comunitárias, seria o caminho da educação ambiental.


Revista Mundo Jovem

quarta-feira, 27 de abril de 2011

28 de Abril dia da Educação

Dia da Educação

A maior parte do conhecimento humano se dá mediante um processo de educação. Enquanto os animais vivem com base no próprio instinto, o ser humano vive por meio do que aprendeu de seus pais e da sociedade. O processo de educação começa com a família: os pais ensinam a seus filhos o que julgam ser certo, como devem se comportar e respeitar as outras pessoas. A figura dos pais é complementada pela escola, que, além de ensinar a vida em sociedade - para a qual os pais preparam os filhos habilita o jovem para escolher um ofício e ser economicamente produtivo.


O mundo moderno exige das pessoas uma preparação cada vez melhor. As novas atividades da economia moderna vêm requerendo uma formação mais abrangente dos candidatos aos novos empregos. Boa parte da população, porém, nem sequer tem acesso ao ensino fundamental. Erradicar o analfabetismo é uma meta que o Brasil ainda almeja alcançar e pela qual se esforça.

Desde a última década do século XX, tem havido grandes avanços nessa área. O crescimento contínuo da taxa de escolarização vem reduzindo o analfabetismo, elevando o nível de instrução da população em todo o país e diminuindo, gradativamente, as grandes diferenças existentes entre as regiões. Houve um aumento da taxa de escolarização das crianças de 7 a 14 anos de idade. Em todo o Brasil, a proporção dessas crianças que não estavam na escola baixou de 9,8% para 4,3%; como conseqüências, houve redução do analfabetismo e elevação do nível de instrução da população.

O Sudeste deteve a maior taxa de escolarização (96,7%) e o Nordeste, apesar do avanço, a menor (94,1%). O percentual de crianças que estão fora da escola recuou significativamente, também, no Sudeste e no Nordeste.

Esses dados expressivos demonstram a capacidade do povo brasileiro de superar as adversidades. Afinal, a boa educação é a base de uma nação soberana e evoluída, capaz de construir o melhor para si, contribuindo para uma sociedade mais justa e com alta qualidade de vida.

Fontes: IBGE, Paulinas

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Estudo aponta agrotóxico em leite materno



Pesquisa em cidade de 45 mil habitantes do MT detecta presença da substância em amostras coletadas de 62 mulheres. Em algumas, havia até seis tipos do produto; toxicologista diz que contaminação põe em risco saúde de crianças


O leite materno de mulheres de Lucas do Rio Verde, cidade de 45 mil habitantes na região central de Mato Grosso, está contaminado por agrotóxicos, revela uma pesquisa da UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso). Foram coletadas amostras de leite de 62 mulheres, 3 delas da zona rural, entre fevereiro e junho de 2010. O município é um dos principais produtores de grãos do MT.


A presença de agrotóxicos foi detectada em todas. Em algumas delas havia até seis tipos diferentes do produto. Essas substâncias podem pôr em risco a saúde das crianças, diz o toxicologista Félix Reyes, da Unicamp. "Bebês em período de lactação são mais suscetíveis, pois sua defesa não está completamente desenvolvida."Ele ressalta, porém, que os efeitos dependem dos níveis ingeridos. A ingestão diária de leite não foi avaliada, então não é possível saber se a quantidade encontrada está acima do permitido por lei.

"A avaliação deve ser feita caso a caso, mas crianças não podem ser expostas a substâncias estranhas ao organismo", diz Reyes.

A bióloga Danielly Palma, autora da pesquisa, afirma que a contaminação ocorre principalmente pela ingestão de alimentos contaminados, mas também por inalação e contato com a pele.


Entre os produtos encontrados há substâncias proibidas há mais de 20 anos.
O DDE, derivado do agrotóxico (DDT) proibido em 1998 por causar infertilidade masculina e abortos espontâneos, foi o mais encontrado.


MÁ-FORMAÇÃO
Das mães que participaram da pesquisa, 19% já sofreram abortos espontâneos em gestações anteriores.


Também relataram má-formação fetal e câncer, mas não é possível afirmar se os casos são consequência da ingestão de agrotóxicos.


Mais de 5 milhões de litros de agrotóxicos foram utilizados no município em 2009, segundo a pesquisa.

NATÁLIA CANCIAN
MARÍLIA ROCHA
DE SÃO PAULO

quarta-feira, 30 de março de 2011

Parabéns MECA

O Movimento de Educação do Campo e Agroecologia, hoje dia 30 de Março completa o seu primeiro ano de existência, com uma trajetória marcante desempenhando atividades junto a Agricultara Familiar, na socialização dos conhecimentos populares e científicos. E hoje agradecemos a todos que contribuíram para a construção desse movimento que vem fortalecendo as ações agroecológicas em nossa região.

POESIA

O MECA e um movimento

Que agora eu vou falar

Aberto pros estudantes

Pra qualquer um participar

Seja na Mesopotâmia

Seja em qualquer lugar


A importância do MECA

Vem contribuir com gratidão

Junto com o homem do campo

Que planta milho e Feijão

Sem preconceito a cor

Raça Credo ou Religião


O Meca é um movimento

Adequado a agricultura familiar

Não remunera membros

É um movimento popular

Com base agroecologia

Sem medo de plantas.


Dia 30 de março

E seu aniversario

Que todos parabenizam

Por esse dia lendário

Concretizando momentos

De acordo com o calendário


Encerando estes poemas

Vamos todos aprender

A arte do coletivo

Serve para todo o ser

Vivendo e aprendendo

Buscando sempre o saber.

Emanuel Pereira Leal

Coordenação de Extensão

Lucas Kennedy

terça-feira, 29 de março de 2011

Importações de Defensivos Agrícolas – 2010

O setor de defensivos agrícolas fechou o ano de 2010 com volume de importações praticamente igual a 2009, segundo informações passadas por Ivan Amâncio Sampaio, gerente de estatística do SINDAG – Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola.
Em 2010 foram importadas 231.967 toneladas entre produtos técnicos e produtos formulados, contra 231.919 toneladas importadas em 2009.
Todas as classes de defensivos apresentaram aumento no volume de importações, à exceção da classe dos herbicidas, onde houve queda em torno de 9% principalmente em função no volume importado do ingrediente ativo glifosato.
Apesar dessa queda, o glifosato foi o produto com o maior volume de importação em 2010, correspondendo a 28,6% no total geral das importações.
Nas demais classes, houve aumento principalmente na classe dos fungicidas, seguidas pelos inseticidas e acaricidas.
A classe que demandou maior volume de importação foi a dos herbicidas, com participação percentual de 58,3%, onde podemos destacar os produtos à base de Glifosato, Atrazina, 2,4-D, Paraquat, MSMA, Metolacloro, Clomazone, Picloram + 2,4-D e Ametrina.
Nos fungicidas, os maiores ingredientes ativos importados foram os à base de Carbendazim, Azoxistrobin + Ciproconazole, Clorotalonil, Hidróxido de Cobre e Tiofanato Metil.
Já nos inseticidas, as maiores importações foram de produtos à base de Metamidofós, Metomil, Clorpirifós, Carbosulfan e Imidacloprido.
Sampaio destaca que a China continua na dianteira como o país que mais exporta para o Brasil, com uma participação de 20%, seguida pelos Estados Unidos e Argentina, com participação de 19%, conforme quadro abaixo, onde estão listados os 10 maiores países fornecedores de defensivos para o Brasil, comparando-se as importações dos últimos 10 anos – 2001 x 2010.
Atualmente o Brasil é altamente dependente de importações, pois do volume total de defensivos agrícolas comercializados, 80% são originários das importações e somente 20% de síntese local.