quarta-feira, 27 de abril de 2011

28 de Abril dia da Educação

Dia da Educação

A maior parte do conhecimento humano se dá mediante um processo de educação. Enquanto os animais vivem com base no próprio instinto, o ser humano vive por meio do que aprendeu de seus pais e da sociedade. O processo de educação começa com a família: os pais ensinam a seus filhos o que julgam ser certo, como devem se comportar e respeitar as outras pessoas. A figura dos pais é complementada pela escola, que, além de ensinar a vida em sociedade - para a qual os pais preparam os filhos habilita o jovem para escolher um ofício e ser economicamente produtivo.


O mundo moderno exige das pessoas uma preparação cada vez melhor. As novas atividades da economia moderna vêm requerendo uma formação mais abrangente dos candidatos aos novos empregos. Boa parte da população, porém, nem sequer tem acesso ao ensino fundamental. Erradicar o analfabetismo é uma meta que o Brasil ainda almeja alcançar e pela qual se esforça.

Desde a última década do século XX, tem havido grandes avanços nessa área. O crescimento contínuo da taxa de escolarização vem reduzindo o analfabetismo, elevando o nível de instrução da população em todo o país e diminuindo, gradativamente, as grandes diferenças existentes entre as regiões. Houve um aumento da taxa de escolarização das crianças de 7 a 14 anos de idade. Em todo o Brasil, a proporção dessas crianças que não estavam na escola baixou de 9,8% para 4,3%; como conseqüências, houve redução do analfabetismo e elevação do nível de instrução da população.

O Sudeste deteve a maior taxa de escolarização (96,7%) e o Nordeste, apesar do avanço, a menor (94,1%). O percentual de crianças que estão fora da escola recuou significativamente, também, no Sudeste e no Nordeste.

Esses dados expressivos demonstram a capacidade do povo brasileiro de superar as adversidades. Afinal, a boa educação é a base de uma nação soberana e evoluída, capaz de construir o melhor para si, contribuindo para uma sociedade mais justa e com alta qualidade de vida.

Fontes: IBGE, Paulinas

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Estudo aponta agrotóxico em leite materno



Pesquisa em cidade de 45 mil habitantes do MT detecta presença da substância em amostras coletadas de 62 mulheres. Em algumas, havia até seis tipos do produto; toxicologista diz que contaminação põe em risco saúde de crianças


O leite materno de mulheres de Lucas do Rio Verde, cidade de 45 mil habitantes na região central de Mato Grosso, está contaminado por agrotóxicos, revela uma pesquisa da UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso). Foram coletadas amostras de leite de 62 mulheres, 3 delas da zona rural, entre fevereiro e junho de 2010. O município é um dos principais produtores de grãos do MT.


A presença de agrotóxicos foi detectada em todas. Em algumas delas havia até seis tipos diferentes do produto. Essas substâncias podem pôr em risco a saúde das crianças, diz o toxicologista Félix Reyes, da Unicamp. "Bebês em período de lactação são mais suscetíveis, pois sua defesa não está completamente desenvolvida."Ele ressalta, porém, que os efeitos dependem dos níveis ingeridos. A ingestão diária de leite não foi avaliada, então não é possível saber se a quantidade encontrada está acima do permitido por lei.

"A avaliação deve ser feita caso a caso, mas crianças não podem ser expostas a substâncias estranhas ao organismo", diz Reyes.

A bióloga Danielly Palma, autora da pesquisa, afirma que a contaminação ocorre principalmente pela ingestão de alimentos contaminados, mas também por inalação e contato com a pele.


Entre os produtos encontrados há substâncias proibidas há mais de 20 anos.
O DDE, derivado do agrotóxico (DDT) proibido em 1998 por causar infertilidade masculina e abortos espontâneos, foi o mais encontrado.


MÁ-FORMAÇÃO
Das mães que participaram da pesquisa, 19% já sofreram abortos espontâneos em gestações anteriores.


Também relataram má-formação fetal e câncer, mas não é possível afirmar se os casos são consequência da ingestão de agrotóxicos.


Mais de 5 milhões de litros de agrotóxicos foram utilizados no município em 2009, segundo a pesquisa.

NATÁLIA CANCIAN
MARÍLIA ROCHA
DE SÃO PAULO

quarta-feira, 30 de março de 2011

Parabéns MECA

O Movimento de Educação do Campo e Agroecologia, hoje dia 30 de Março completa o seu primeiro ano de existência, com uma trajetória marcante desempenhando atividades junto a Agricultara Familiar, na socialização dos conhecimentos populares e científicos. E hoje agradecemos a todos que contribuíram para a construção desse movimento que vem fortalecendo as ações agroecológicas em nossa região.

POESIA

O MECA e um movimento

Que agora eu vou falar

Aberto pros estudantes

Pra qualquer um participar

Seja na Mesopotâmia

Seja em qualquer lugar


A importância do MECA

Vem contribuir com gratidão

Junto com o homem do campo

Que planta milho e Feijão

Sem preconceito a cor

Raça Credo ou Religião


O Meca é um movimento

Adequado a agricultura familiar

Não remunera membros

É um movimento popular

Com base agroecologia

Sem medo de plantas.


Dia 30 de março

E seu aniversario

Que todos parabenizam

Por esse dia lendário

Concretizando momentos

De acordo com o calendário


Encerando estes poemas

Vamos todos aprender

A arte do coletivo

Serve para todo o ser

Vivendo e aprendendo

Buscando sempre o saber.

Emanuel Pereira Leal

Coordenação de Extensão

Lucas Kennedy

terça-feira, 29 de março de 2011

Importações de Defensivos Agrícolas – 2010

O setor de defensivos agrícolas fechou o ano de 2010 com volume de importações praticamente igual a 2009, segundo informações passadas por Ivan Amâncio Sampaio, gerente de estatística do SINDAG – Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola.
Em 2010 foram importadas 231.967 toneladas entre produtos técnicos e produtos formulados, contra 231.919 toneladas importadas em 2009.
Todas as classes de defensivos apresentaram aumento no volume de importações, à exceção da classe dos herbicidas, onde houve queda em torno de 9% principalmente em função no volume importado do ingrediente ativo glifosato.
Apesar dessa queda, o glifosato foi o produto com o maior volume de importação em 2010, correspondendo a 28,6% no total geral das importações.
Nas demais classes, houve aumento principalmente na classe dos fungicidas, seguidas pelos inseticidas e acaricidas.
A classe que demandou maior volume de importação foi a dos herbicidas, com participação percentual de 58,3%, onde podemos destacar os produtos à base de Glifosato, Atrazina, 2,4-D, Paraquat, MSMA, Metolacloro, Clomazone, Picloram + 2,4-D e Ametrina.
Nos fungicidas, os maiores ingredientes ativos importados foram os à base de Carbendazim, Azoxistrobin + Ciproconazole, Clorotalonil, Hidróxido de Cobre e Tiofanato Metil.
Já nos inseticidas, as maiores importações foram de produtos à base de Metamidofós, Metomil, Clorpirifós, Carbosulfan e Imidacloprido.
Sampaio destaca que a China continua na dianteira como o país que mais exporta para o Brasil, com uma participação de 20%, seguida pelos Estados Unidos e Argentina, com participação de 19%, conforme quadro abaixo, onde estão listados os 10 maiores países fornecedores de defensivos para o Brasil, comparando-se as importações dos últimos 10 anos – 2001 x 2010.
Atualmente o Brasil é altamente dependente de importações, pois do volume total de defensivos agrícolas comercializados, 80% são originários das importações e somente 20% de síntese local.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Professor Alexandre Eduardo é nomeado Secretário Executivo da Agricultura Familiar do Estado da Paraíba

O Movimento de Educação do Campo e Agroecologia – MECA/UFPB e o Grupo de Estudo Agroecologia, Resistência e Eduardo do Campo, junto a toda a comunidade acadêmica da UFPB/ CCHSA/CAVN e os Movimentos Sociais do Campo, fecha o ano com chave de ouro, sendo honrado com a nomeação de seu mestre, sócio fundador, o professor Dr. Alexandre Eduardo para Secretario de Estado da Agricultura Familiar da Paraíba pelo governador diplomado Ricardo Coutinho.

A partir de 1° de janeiro de 2011 o professor Dr. Alexandre Eduardo de Araújo assume oficialmente a pasta de Secretário Executivo da Agricultura Familiar. Dr. Alexandre possui graduação em Agronomia pela UFPB e doutorado em Engenharia Agrícola, pela UFCG. Foi consultor da FAO, COOPAGEL e ASSOCENE. Atualmente é Professor Adjunto da Universidade Federal da Paraíba/Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias/Departamento de Agropecuária e Coordenador do Bacharelado em Agroecologia. Ocupou os cargos de Assessor de Extensão do CCHSA e Secretário Especial de Pesquisa e Extensão do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros. Coordenador de projeto financiado pelo CNPq e colaborador em pesquisas desenvolvidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Tem experiência na área de Desenvolvimento Rural Sustentável. Seus trabalhos desenvolvidos com a Agricultura Familiar foram premiados três vezes, com o Prêmio Elo Cidadão nos anos 2009 e 2010 nas áreas de meio ambiente e cultura.

O MECA e a classe trabalhadora, também, podem e devem comemora a nomeação do companheiro Marenilson Batista da Silva que vai ocupa a Secretária de Estado do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca.

Marenilson é Natural de Esperança (PB), técnico em Agropecuária, Engenheiro Agrônomo formado pela UFPB e Especialista em Agroecologia pelo convênio entre o Ministério do Desenvolvimento Agrário, REDCAPA e a University of California/Estados Unidos. Possui mestrado em Produção Vegetal, com área de concentração em sistema de produção da agricultura familiar, também pela UFPB. Pesquisador da Embrapa; foi Delegado Federal do Ministério do Desenvolvimento Agrário, de maio de 2005 a maio 2010; foi Coordenador e Secretário Executivo Comitê Articulação Estadual do Programa Territórios da Cidadania, além de Coordenar diversas políticas públicas da Agricultura Familiar e Reforma Agrária (Garantia Safra, Assistência Técnica e Extensão Rural, Biodiesel, Programa de Aquisição de Alimentos, Crédito Rural/Pronaf, Programa Nacional de Crédito Fundiário e outras). Na área política, foi Vereador pelo PT em Remígio; Presidente da Associação dos empregados da Embrapa Algodão/Campina Grande e Presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário (SINPAF) da Embrapa Algodão/Campina Grande.

Mas notícias nas páginas:

http://bananeiraspb.blogspot.com/

http://paraibaja.com.br/?p=noticia_int&id=6428

http://psbpb.blogspot.com/2010/12/ricardo-anuncia-novos-auxiliares_27.html


MECA/ UFPB: A essas duas grandes personalidades que tanto dedicam suas idas a luta por dias melhores para os trabalhadores da Agricultura Familiar de toda a Paraíba e ao governador Ricardo Coutinho que prova seu compromisso com o homem do campo ao fazer está sabia escolha , os nossos sinceros votos de muito felicidades e sucesso em mas um desafio que o povo paraibano esses amigos que sempre pesaram por nunca trair a confiança do nosso povo, razão maior das nossas lutas.


Redação

MECA/UFPB

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

FELIZ NATAL A TODOS

O MOVIMENTO DE EDUCAÇÃO DO CAMPOS E AGROECOLOGIA deseja a todos e todas um feliz Natal, e uma ano novo repleto de Paz, Sucesso e Prosperidade, para que possamos continuar nesse processo de construção e desenvolvimento das praticas Agroecológicas.

Coordenador de extensão.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Ricardo destaca importância da Agroecologia e reafirma compromisso com o setor agrícola

O governador eleito da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), reafirmou que irá desenvolver a agroecologia e revitalizar a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural da Paraíba (Emater-PB) e o Instituto de Terras e Planejamento Agrícola do Estado (Interpa-PB).A declaração foi feita no final da tarde desta sexta-feira (3), durante reunião com os representantes do setor agropecuário, no auditório da Federação de Agricultura e Pecuária da Paraíba (Faepa/PB), em Jaguaribe.

Segundo o socialista, a agroecologia consiste em uma proposta alternativa de agricultura familiar socialmente justa, economicamente viável e ecologicamente sustentável. “Nossa intenção é produzir sem o uso de agrotóxicos, de acordo com as leis e as dinâmicas que regem os ecossistemas e que vai garantir mais saúde à população”, frisou.

Ricardo fez questão de reafirmar seu compromisso com agricultores e garantiu que irá revitalizar a Emater e ressuscitar o Interpa. Para ele, o abandono e descaso do governo estadual acabou por dificultar o funcionamento das empresas. “Temos que desenvolver a agricultura e para isso, pretendo elevar o PIB da agricultura de 6 para 10%. Tenho buscado parcerias com o Governo Federal e as sinalizações são positivas”, adiantou.

Segundo o governador eleito, a Paraíba precisa dar um salto de desenvolvimento e não pode crescer apenas refletindo os índices de crescimento da região Nordeste. “A Paraíba não tem futuro enquanto 46% de sua renda advir do Estado. Precisamos dar um grande salto, que amplie a capacidade de empregabilidade do Estado e nos faça compensar os anos de atraso”, justificou.

Para o socialista, a agricultura familiar tem de ser enxergada pelo poder público como um mecanismo de inclusão social e desenvolvimento da economia local. “Incentivando a produção dos pequenos agricultores, nós ajudamos a manter o homem do campo no meio rural, diminuindo o êxodo, garantindo renda para essa família e, consequentemente, para o município onde ele mora e para o Estado como todo”, finalizou.

Apresentação de Propostas

Na ocasião, Ricardo recebeu um documento elaborado pela FAEPA, com propostas do setor agropecuário. Além de apontar problemas e necessidades do setor agropecuário, o documento apresenta o pleito da classe produtiva. “Buscamos com a proposta, o desenvolvimento sustentável da Paraíba”, frisou o Presidente do Sistema Faepa/Senar, Mário Borba.

Dentre os temas propostos, destaque para Política Agrícola, Meio Ambiente, Insegurança jurídica, Alimentos Saudáveis, Tecnologia e Inovação, Infra-estrutura e Logística, Educação e Qualificação Profissional e Responsabilidade Social.

Paraíba Já com Assessoria